BackgroundDN
BackgroundDN
BackgroundDN
BackgroundDN
Desafio 2012
DNEscolas Apresenta-se
Kit de Apoio
Regulamento
O Meu DN
Links
 
O ator Bruno Simões, o «Jorge» dos Morangos com Açúcar, defendeu, em Vieira de Leiria, que a classe política nacional carece de valores éticos e morais e «não é de confiança». Na Escola Secundária José Loureiro Botas, em 07 de março, no âmbito do concurso DN Escolas, o ator abordou desde o estado da cultura portuguesa à crise económica europeia e mostrou o seu descontentamento em relação ao estado da nação. Para o ator, o atual governo português não tem respondido às necessidades socioeconómicas do país, que está já rendido à hegemonia das grandes potências europeias, como a França e a Alemanha. O federalismo e a perda de nacionalidade são o caminho que a União Europeia vai tomar,
Políticos portugueses com falta de valores morais
«transformando Portugal na Califórnia da Europa», acrescentou. Perante dezenas de alunos e professores do estabelecimento de ensino de Vieira de Leiria, o ator deixou críticas contundentes para o primeiro-ministro, que, na sua ótica, «se estivesse calado, era o que fazia melhor». Também o Presidente da República não escapou à sua crítica, com Bruno Simões a recordar as recentes declarações de Cavaco Silva sobre a reforma, sublinhando que «não era bem aquilo que ele
queria dizer», mas que «ainda bem que o disse», pois «dava um grande filme». Confrontado com a possibilidade de contribuir para dar um novo rumo a Portugal, Bruno Simões disse que nomearia os seus colegas do programa «Estado de Graça» para o Governo, reservando, no entanto, o lugar de primeiro-ministro para Marcelo
ator Bruno Simões
Rebelo de Sousa que, na sua opinião, tem o perfil ideal para dirigir o país nestes tempos de dificuldade. No final, houve ainda tempo para deixar uma mensagem para os jovens presentes. «Não peçam nada aos vossos pais!» neste ano de dificuldades económicas que o país atravessa, disse Bruno Simões, sublinhando, ainda, a importância do empenho e empreendedorismo nestes tempos de crise.