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A equipa do Diário de Notícias trouxe, mais uma vez, a discussão à escola, vindo inspirar a primavera que se pediu emprestada para a conversa com Nuno Severiano Teixeira, acerca das recentes revoltas árabes. Esta onda revolucionária, símbolo da regeneração de uma «terra que gera ricos, mas não riqueza», já reunia todas as condições de natureza económica, política e cultural necessárias para que o suicídio de um jovem desempregado tunisino funcionasse como momento «catalisador» da Primavera Árabe. Um «rastilho» tanto para a revolução como para a entrevista, focando a pobreza e o descontentamento que, partilhados pelo povo árabe, a provocaram, mas também sobre a internet e as redes sociais
Flor do Mundo Árabe
que propagaram sentimentos e conhecimento a partir do Ocidente. O ex-ministro defende os que anseiam pela mudança e gritam «nós queremos votar», porque, sustenta, «tudo que não é democracia é disfuncional». Sobre o futuro, Nuno Severiano Teixeira afirma que as grandes economias precisam dos recursos desses países, podendo por isso as políticas adotadas pelos novos regimes árabes serem condicionadas pelos interesses externos. Embora recuse qualquer «futurologia», o
especialista em Relações Internacionais antevê que algo de semelhante possa acontecer no continente asiático. Percebe-se, assim, que nenhum outono é irreversível, que há sempre um ideal, uma flor que brota num deserto com o sonho de trazer a primavera de volta.
Aplauso à Vitória do Povo
O entusiasmo sublimou o espírito daqueles que tiveram oportunidade de ouvir um especialista em Relações Internacionais e nos conflitos que marcam a atualidade. A tarde na companhia do professor Nuno Severiano Teixeira foi amplamente comentada pela audiência, tendo uma das professoras elogiado a pertinência das questões debatidas, bem como a clareza do convidado, que se mostrou empenhado em levar os E.T. Ares à final.